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(Texto:
Suzana Sakai / NB | Fotos: Divulgação)
Depois do chá
verde, outro alimento típico da culinária japonesa ganha
espaço nos centros estéticos: o shiitake.
Fonte de aminoácidos,
minerais (cálcio, potássio, fósforo, iodo e ferro),
vitaminas E, B, C e D, e proteínas, esse cogumelo é uma
das grandes tendências da cosmeatria mundial, segundo os estudos
apresentados na 65ª edição do congresso American Association
Dermatology.
Comprovado
por pesquisas científicas como um importante agente da saúde,
o shiitake começa a se destacar como uma nova opção
para os tratamentos de pele tanto para homens quanto para mulheres. Segundo
o dermatologista do Hospital Sírio Libanês, Guilherme de
Almeida, as indicações medicinais do cogumelo fazem dele
um fator de peso no meio estético. O shiitake pode ser considerado
uma das grandes tendências da cosmeatria por suas propriedades medicinais
já comprovadas, como o fato de ser um agente estimulante do sistema
imunológico. Além disos, ele tem ação regenerativa
na pele, explica o especialista.
O shiitake
possui ação estimulante, antioxidante, regenerativa e emoliente.
Utilizado na composição de cremes hidratantes, ele atua
como agente firmador e nutritivo para a pele, além de intensificar
a sua recuperação celular.
Nas clínicas
estéticas, o shiitake é utilizado na composição
de algumas máscaras faciais. Já no mercado, ele pode ser
encontrado em alguns produtos americanos, como cremes firmadores para
o busto, por exemplo.
Almeida afirma
que os produtos à base de shiitake são eficazes e não
apresentam danos à saúde ou à aparência. Não
existe nenhuma contra-indicação e não há necessidade
de nenhum pré-procedimento para a utilização de cremes
que contenham shiitake em sua composição, explica
o especialista.
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